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Ilhas Cook, Mulher, de 26 a 35 anos, French, English, Política, Arte e cultura MSN - moi_france@hotmail.com
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«Quero falar não para censurar os homens, mas antes para expor detalhadamente a benevolência do que lhes dei. A começo, quando viviam, viviam falsidades; quando ouviam, não entendiam; e, como as formas dos sonhos, misturavam tudo ao acaso durante sua longa existência; e não possuíam a arte de construir casas soalheiras de tijolo, nem sabiam trabalhar a madeira; viviam em antros subterrâneos, como as formigas desprezíveis, nas profundidades sem sol das cavernas (…); não tenho maneira de me libertar do sofrimento presente.”
Já só temos relações puramente técnicas. Já não é na Terra que o homem hoje vive. (...) a técnica arranca o homem da Terra e desenraíza-o cada vez mais (...) Não é preciso nenhuma bomba atómica: o desenraizamento do homem já está aí. A engrenagem mais ampla da técnica moderna encerra a inter-relação do homem com o mundo e a terra desbravada e desamparada, uma vez que esta sociedade industrial existe no solo do estar-encerrado no âmbito dos seus próprios poderes (...) Já só um Deus nos pode ainda salvar. Como única possibilidade, resta-nos preparar pelo Pensamento e pela Poesia uma disposição para o aparecer desse Deus ou para a ausência do deus em declínio; preparar a possibilidade de que não (...) pereçamos perante o Deus ausente.
Sometimes I feel: acorrentada às alcantiladas rochas, com cadeias de aço indestrutível.
Escrito por Ju Vivo às 02h13
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 Ai mô Deus, que meda!!! Herança maldita do FHC. E mais uma vez eu me pergunto: O que aquele ser humano tinha na cabeça???
Escrito por Sophie às 23h07
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Passei meses, anos, por assim dizer, filosofando acerca do que venha ser amizade. Nesta empreitada, deparei-me com diversos paradigmas e controvérsias. Antíteses até.
Ao buscar o conceito do termo amizade em uma compilação léxica, deparei-me, dentre outras, com a seguinte: ?Grande apreço, solidariedade ou perfeito entendimento entre entidades, grupos, instituições etc.; sentimento de grande afeição, de simpatia por alguém; reciprocidade de afeto?.
Tal busca, entretanto, não se deu pelo fato de procurar encontrar, lexicalmente, a definição pura e simples do vocábulo, mas sim do sentimento envolvido numa relação de amizade.
Fato que devo considerar é que, assim como nas diversas interações sociais do ser humano, surgem vários diapasões que devem ser tomados em conta, uma vez que não se trata exclusivamente da literalidade do fato.
Experiências empíricas mostraram-me que tais relações podem mudar de acordo com o comportamento dos seres, posto que estes são dos mais diversos possíveis.
Entretanto, cabe ressaltar que, como numa relação de amizade a complacência tende a corresponder às idiossincrasias de outrem com a intenção de ser-lhe agradável, torna-se indelével desconsiderar a ausência de boa-vontade para com outrem.
De tal observação, que trato como início de uma empreitada não só filosófica como também antropológica, fica objetivamente evidente que não se pode desconsiderar as mutabilidades e facetas do ser humano para analisar seu comportamento em face do convívio social.
Por fim, cabe ressaltar que uma análise meramente subjetiva do comportamento de um em detrimento d?outrem, em muitas ocasiões, faz cair por terra toda magia e encanto outrora existentes dedicados àquele indivíduo cuja característica inicial era de ser-amigo.
Escrito por Sophie às 03h40
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Ça veut dire: je ne sais rien de rien...

Escrito por Sophie às 20h41
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Escrevo numa tarde cinzenta e fria. Trabalho pra espantar a solidão e meus pensamentos. Ainda tenho muitos medos. Medo de voar de amar. Medo de morrer de ser feliz. Medo de fazer analise e perder inspiração. Ganho dinheiro cantando minhas desgraças. Comprar uma fazenda fazer filhos. Talvez seja uma maneira de ficar pra sempre na terra.
Perdi-me muitas vezes pelo mar, o ouvido cheio de flores recém cortadas, a língua cheia de amor e de agonia. Muitas vezes perdi-me pelo mar, como me perco no coração de alguns meninos. Não há noite em que, ao dar um beijo, não sinta o sorriso das pessoas sem rosto, nem há ninguém que, ao tocar um recém-nascido, se esqueça das imóveis caveiras de cavalo. Porque as rosas buscam na frente uma dura paisagem de osso e as mãos do homem não têm mais sentido senão imitar as raízes sob a terra. Como me perco no coração de alguns meninos, perdi-me muitas vezes pelo mar. Ignorante da água vou buscando uma morte de luz que me consuma.
Escrito por Sophie às 19h58
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A minha inquietação me impede de obter a tão desejada concentração. Faço mil e nenhuma coisas ao mesmo tempo. Não tenho tempo de fazer quase nada. O tempo que tenho não é suficiente sequer para organizar os pensamentos tortos que tenho em minha mente.
A intranqüilidade do meu ser me impede de pensar de forma coerente. Os pensamentos vêm e vão com tamanha facilidade que me assustam. A única tarefa que consigo exercer, a contento, é escutar, pois ouvir é difícil por demasia.
Just follow the light and do not be afraid of the dark...
Escrito por Sophie às 22h01
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Quanto tempo eu gasto pensando em nada.
Quanto tempo eu perco fazendo coisa alguma.
Quando será que vou fazer alguma coisa útil da minha vida?
Vagando de lá para cá, penso ainda: "Quem será que julga o que é útil ou inútil na minha vidinha?"
Ao tempo que me sinto feito uma mula teimosa sem qualquer movimento... Parece até que vou morrer aqui...
O sol não vejo mais. A noite tampouco.
O gosto que tinha pela vida, parece não mais existir...
Mas me sinto tão feliz comendo baião-de-dois...
Meu Divino São José, dai-me uma solução mais prática e eficiente pra minhas dúvidas...
Pois estou aqui me arrastando pelo chão feito cobra...
Escrito por Sophie às 20h06
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Quando penso que tudo acabou.
Quando penso que tudo foi embora.
Vem uma maldita chuva de pensamentos atormentar minha tão atormentada e confusa mente
O tempo me falta. E o que faço com o pouco que tenho, nada produz efeito de satisfação.
O pensamento que permeia meus dias seria mais ou menos assim: "Que diabos estou fazendo com a porcaria da minha vida? Será que não consigo passar uma semana sem fazer merda?".
E por aí vai... O que me resta é o recolhimento. Solidão. Talvez me ajudem a descobrir o tal caminho.
Ou na pior das hipóteses me convencer que sou assim mesmo e não há como mudar.
What a hell!!!
Por enquanto vou me ocupar da Assistência Social deste país tosco!!!
Escrito por Sophie às 15h39
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Querido diário,
Você bem sabe que eu não sou muito de utilizar máximas populares. Mas não posso abrir mão deste: "Quanto mais eu conheço o homem mais eu admiro os animais".
Caralho!!!
Eu que já tinha prometido nunca mais "confiar" em alguém... e a maldição se repete. Eita vida!!!
Escrito por Sophie às 17h12
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Sem nada para postar, posto a imitação
Ninguém sabe quem sou eu. Também já não sei quem sou. Eu sei bem que o sofrimento de mim até se cansou. Na imitação da vida ninguém vai me superar.
E do amor, gritou-se escândalo. Do medo, criou-se o trágico. No rosto, pintou-se o pálido. E não rolou uma lágrima. Nenhuma lástima para socorrer.
E na gente deu hábito de caminhar entre as trevas. De murmurar entre as pregas. De tirar leite das pedras. De ver o tempo correr.
Mas, sob o sono dos séculos. Amanheceu o espetáculo como uma chuva de pétalas. Como se o céu vendo as penas morresse de pena. E chovesse o perdão. E a prudência dos sábios, nem ousou conter nos lábios o sorriso e a paixão.
Pois, transbordando de flores, a calma dos lagos zangou-se. A rosa dos ventos danou-se. O leito dos rios fartou-se, inundou de água doce a amargura do mar.
Escrito por Sophie às 23h23
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It's just a thought Quando a vida muda à nossa volta, e a gente não muda. O que acontece? Engraçado, eu pensando que sabia muita coisa. O Caos se instala por um dia e transforma a vida inteira.
Às vezes olho para as pessoas que passam. As que vêm e vão. As que têm que trabalhar o dia inteiro. As que estudam muito. E penso que venho desperdiçando muito do meu tempo mais morrendo do que vivendo
O que faço não produz em mim sensação de vida.
Eu até digo que estou feliz. Mas veja no fundo do meu olhar a tristeza e verás a carga que trago.
Aprender a lidar com o mundo não é fácil. Com a vida é ainda mais difícil.
E eu sequer posso dizer que estou tentando.
Mas é noite ainda. E quem sabe o sol nasce melhor e mais belo amanhã. E quem sabe o dia seja menos quente e árduo. Mas eu duvido!
Escrito por Sophie às 00h07
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Algo novo aconteceu hoje. Hoje eu chorei. Chorei um pranto reprimido. Um pranto que há muito carregava em mim. Foi bom. Foi ruim. Foi diferente. Foi triste.
Chorei porque sentia dor. Sentia dor por nada sentir. Dor calada que nunca fora exposta. Foi um pranto antigo. Um pranto de dor pura e simples.
Sinto-me frágil. Sinto-me à mostra. Sinto-me como se tivesse deixando um pedaço meu aparecer. Pedaço este que, de alguma forma, desejava suprimir, esconder.
Talvez tenha sido um choro de purgação. Purificação. O efeito moral e purificador da tragédia clássica, conceituado por Aristóteles. Talvez a cartase do terror que me proporcionou alívio.
Escrito por Sophie às 22h21
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Escrito por Sophie às 00h01
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O que quer que eu diga você não vai entender...
¿Seria verdade que nos suicidamos? Ou seria o acaso que nos mata?
Escrito por Sophie às 21h36
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Sempre me embriago às segundas-feiras.
Talvez para suportar tua ausência.
Talvez para suportar a falta de mim mesma.
Sempre me embriago por faltar alguma coisa. Ou por algo se exceder.
Talvez precise ainda aprender sobre a diferença entre o vazio e a presença.
Versos tortos.
Palavras soltas.
O néctar me embriaga, pois o vinho me falta.
Entretanto, luto para que nunca me faltem dias de taberna.
Escrito por Sophie às 21h14
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